Giras aos sábados, às 16:00h. Uso de máscara recomendado, em caso de sintomas de gripes e resfriados
A linha do Oriente é um mistério na força de Pai Oxalá, representando esta espiritualidade através daqueles espíritos que vêm trazer a luz, a sabedoria milenar e o esoterismo atrelado ao Oriente. Quando nós olhamos para o nascer do sol, estamos olhando para o oriente, de onde vem a luz, representando, assim, a espiritualidade superior.
A falange apresenta-se sob várias roupagens: Indianos, Tibetanos, Árabes, Turcos, Egípcios, Chineses, Japoneses, Esquimós, Persas e até mesmo Incas, Maias e Astecas que, apesar de não serem Orientais, entram na linha do Oriente por deterem muitos conhecimentos antigos que ainda estão ocultos. Eram Monges e Sacerdotes, que dedicaram suas vidas à meditação, ao equilíbrio e a ensinamentos sagrados; Médicos e Curandeiros, que praticavam a medicina tradicional, o uso de cristais e ervas; Magos e Xamãs: guardiões de saberes ocultos e energias sutis de povos antigos.
Trabalham de maneira serena e silenciosa, transmitindo calma aos presentes. São especialistas em curas físicas e espirituais pela simples imposição das mãos e manipulação da energia, atuando também na transmissão de conhecimentos filosóficos.
O Oriente tem uma peculiaridade em relação ao Ocidente. Quando falamos em mundo Ocidental, nos referimos principalmente a culturas que, ao longo dos séculos, foram fortemente influenciadas pelo Cristianismo e por suas diversas vertentes religiosas. Já muitas tradições orientais preservaram, de forma mais contínua, antigos sistemas filosóficos, espirituais e iniciáticos, transmitidos de mestre para discípulo ao longo de inúmeras gerações.
Na Índia, por exemplo, encontramos os Vedas, textos sagrados cuja origem remonta a milhares de anos, reunindo ensinamentos sobre espiritualidade, autoconhecimento, mediunidade, relação com as divindades, energia e evolução da consciência. Da mesma forma, tradições como o Budismo, originado nos ensinamentos de Siddhartha Gautama, o Buda e o Taoismo, fundamentado na busca da harmonia com o Tao (o princípio universal que permeia toda a existência) preservaram profundos conhecimentos sobre disciplina espiritual, meditação, equilíbrio energético, desenvolvimento interior e integração entre o ser humano e as leis da natureza. Entre os povos originários das Américas, encontramos igualmente antigas tradições ligadas aos astros, aos ciclos da vida e à relação sagrada entre o ser humano e o cosmos, compondo um vasto patrimônio espiritual que, na Linha do Oriente, simboliza a sabedoria ancestral acumulada pela humanidade ao longo dos séculos.
Na Umbanda, a Linha do Oriente manifesta justamente esse arquétipo da sabedoria ancestral. Seus trabalhadores espirituais não representam necessariamente personagens históricos específicos ou uma única tradição religiosa, mas sim a reunião de espíritos que alcançaram elevado grau de conhecimento, disciplina e desenvolvimento espiritual em suas jornadas reencarnatórias.
Por isso, os Guias do Oriente costumam transmitir ensinamentos voltados ao autoconhecimento, à elevação moral, à expansão da consciência e ao despertar espiritual. Sua atuação é marcada pela serenidade, pela profundidade dos ensinamentos e pelo trabalho sutil sobre os corpos físico, mental, emocional e espiritual.
São conhecidos, por essa razão, como os Grandes Mestres do Oriente: espíritos que se apresentam como sacerdotes, monges, sábios, curadores e iniciados das antigas tradições, trazendo à Umbanda a luz do conhecimento, da cura e da evolução espiritual, sempre sob a irradiação de Pai Oxalá e a serviço da caridade.
Rosa
Amarela
Azul clara
Laranja
Branca
Flores: brancas, palmas amarelas, brancas.
Frutas e alimentos: damasco, tâmara, noz, uva, uva passa, figo, romã ou os mesmos servidos a Oxalá.
Bebidas: Água mineral - água de coco.
Ervas: alfazema, cravo, canela, anis estrelado, hortelã, erva doce, louro, gergelim, gengibre, noz moscada
Essência: alfazema, olíbano, benjoim, mirra, sândalo.
Pedras: citrino, quartzo rutilado, topázio imperial (citrino tornado amarelo por aquecimento) e topázio.
Elementos: incenso.
[1] Blog da Anna Pon: Linhas de trabalho da umbanda